Quinta-feira, 20 de Outubro de 2011
2.ª Observação

          A observação do dia 18 de Outubro de 2011, foi realizada na Escola EB1 das Barrocas, mais concretamente no Jardim de Infância, de acordo com o combinado na reunião com as coordenadoras do Agrupamento de Escolas de Aveiro.

          Esta observação não foi como o grupo esperava, pois em comparação com a observação realizada na semana anterior, tanto na Escola da Glória como na Vera Cruz, o acompanhamento e a disponibilidade foram completamente distintas.

          Nesta não nos foi dada a oportunidade de conhecer as instalações e o seu funcionamento, por exemplo.

          As quatro turmas são heterogenias, quanto ao sexo e à idade, que varia entre os três e os quatro anos. Em todas as salas a organização é idêntica, tendo todas mais ou menos a mesma "rotina".

          O nosso grupo foi dividido em três, dois grupos de dois elementos e um ficou sozinho com a coordenadora do sector infantil, para podermos observar diferentes contextos de aula arrecadando uma maior quantidade de informação. Contudo, nem todos os elementos puderam interagir da mesma forma com as crianças. 

          Para além do contexto sala de aula podemos observar a hora do recreio, caracterizado por momentos de lazer e convívio colectivo (as quatro turmas), e também foi nos permitido visionar a hora do almoço.

          A nossa observação foi só realizada durante a parte da manhã, com muita pena nossa, pois a coordenadora do Jardim de Infância explicou-nos que as crianças ficaram muito agitadas e alteradas com a nossa presença, provocando algumas perturbações no funcionamento da aula, tendo esta sofrido alterações devido à nossa presença inesperada.

          Concluindo, apesar de todos os imprevistos e contratempos foi uma mais valia para nós, visto que todas queremos ser Educadoras, tivemos a oportunidade de estar num contexto de sala de aula e recreio reais.

 

 

O Grupo




Quarta-feira, 12 de Outubro de 2011
1.ª Observação

          Após a leitura dos documentos normativos do Agrupamento de Escolas de Aveiro, constatamos que este é constituído por 10 escolas, e possuindo 1939 alunos. Verificamos que as escolas estão unidas de muitos e enriquecedores projetos educativos, assim como estão multifacetadas para albergar alunos com multideficiência. Quanto ao tema das áreas da TIC averiguamos a existências da plataforma moodle, assim como a existência de quadros interativos.

            Neste sentido dirigimo-nos a escola E.B. 2/3 João Afonso, onde tivemos uma pequena reunião com as pessoas responsáveis para nos elucidar a cerca dos assuntos das escolas. Dando-nos a conhecer o seu funcionamento e as várias hipóteses que o grupo poderia visitar conforme as nossas expectativas para o futuro.
            Começamos por visitar as instalações e funcionamento do Jardim de Infância do conservatório Clouste Gulbenkian.
            Já na escola da Glória foi-nos possível observar as crianças no recreio, em contexto de sala de aula e na hora de almoço na cantina.
            Com a diretora da escola da Vera Cruz também nos juntamos um pouco, onde tiramos todas as dúvidas que tínhamos e a professora falou-nos das atividades que existiam nessa escola, os projetos e dos vários alunos que tinham, fazendo referência as várias nacionalidades existentes e a forma como a escola se adaptou a estas crianças e elas a escola. Por fim, tivermos a oportunidade de assistir a uma AEC de Educação Física.
            Com estas observações conseguimos detectar uma grande heterogenia nos estabelecimentos de ensino, assim como a oportunidade de visionar diferentes realidades.
            Não houve aspectos negativos, até porque foi a primeira vez que tivemos oportunidade de fazer uma observação tão exaustiva como esta. Os aspectos positivos foram muitos, como o facto de as escolas serem muito bem organizadas e terem muitas iniciativas e projetos que fomentam a educação e a interação/participação dos pais/família nas escolas. Achamos que, as observações foram muito gratificantes para nós.
 
 
 
 
 
 
O Grupo



Segunda-feira, 10 de Outubro de 2011
Preparação para a primeira observação

O grupo tem como primeiro contexto educativo o Agrupamento das escolas de Aveiro. Para nos informarmos acerca deste contexto estivemos a pesquisar sobre ele assim como os seus documentos normativos.

Aqui está disponível o site oficial do agrupamento

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/.
 
Quanto aos documentos normativos a que conseguimos aceder encontram-se em:

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/Calendarioescolar.pdf

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/cga20112012.pdf

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/projectoeducativo.pdf

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/pc20102011.pdf

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/regulamento_interno.pdf

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/regimentopsicologia.pdf

http://agrupamentodeescolasdeaveiro.pt/paaa.pdf

 

 

 

 

 

Márcia Santos




Expectativas iniciais

             A Unidade Curricular designada por Projectos de Intervenção Educacional sobretudo na área das TIC área essa em que vamos desenvolver o nosso projecto suscita bastante a curiosidade, penso eu que seja por abranger várias facetas e vertentes dos diversos contextos e educativos, sobre os quais podem incidir projectos diversificados, interessantes e com finalidades distintas, assumindo sempre uma vertente pedagógica.

Interrogo-me sobre o que é pretendido observar e o que vai ser observado concretamente, qual o contexto educativo, qual a faixa etária, como saber e desenvolver da melhor maneira um projecto que responda correctamente ao que se pretende e que se adeqúe à situação em causa.
O papel do professor como educador, a forma como lida, controla e gere o espaço e as crianças tendo em conta as etnias, as religiões, as crenças, a nacionalidade e a simples divergência de opiniões provoca-me uma enorme interesse e acredito que a observação em contextos e realidades diferentes pode ajudar a perceber e a comparar os diversos aspectos e situações, bem como o género de actuação que incide sobre estes.
Os agrupamentos exigem uma grande gestão, de que forma é concretizada? Se existem e quais as actividades, programas e iniciativas levadas a cabo para uma gestão moderada, correcta e que responda ás necessidades de cada instituição que integra o agrupamento e se são ou não promovidas a união e a partilha entre as escolas.
Todas as escolas e instituições têm as suas regras, leis e normas causadoras do bom ou menos bom funcionamento daquelas. Na prática as situações, os problemas e conflitos não são tão fáceis e simples de solucionar daí a curiosidade em saber se a teoria é aplicada em contextos práticos, de que forma e se as “supostas soluções” são as mais viáveis.
A postura do professor é fundamental e será que este se comporta de forma igual num contexto formal e informal? Quais as diferenças?
A proximidade entre docente e aluno pode ir até que ponto? Em que altura e quais os sinais interpretados pelo educador para que esse perceba que deve agir com o intuito de manter ou criar a distancia necessária e fundamental para o bom funcionamento da aula e para que a imparcialidade e a igualdade para com os alunos reine.
O relacionamento entre professores, auxiliares e alunos de uma mesma escola é fulcral e será que estes agem como um todo ou como pequenos grupos? No meu ponto de vista este aspecto diz muito em relação ao funcionamento de uma escola, como esta se desenvolve e cresce bem como do ambiente que nela se vive.
A recepção da instituição acarreta consigo um grande peso, pois é o primeiro contacto entre as partes envolvidas podendo determinar e influenciar o trabalho que se pretende desenvolver em diante. Será preponderante na minha opinião porque constituirá a porta de entrada no ambiente que ambas as partes irão criar e estabelecer.
Entendo que o relacionamento desenvolvido pelos intervenientes é crucial, deve-se promover o diálogo de modo a que haja uma óptima troca de informação, um esclarecimento completo e claro à cerca da instituição em questão, o que nela se desenvolve, tendo como objectivo esclarecer as dúvidas, obter respostas ás questões levantadas, aumentar e enriquecer o conhecimento.
As expectativas são altas, as questões e as dúvidas são imensas, a curiosidade e o interesse encontram-se nuns padrões elevadíssimos. Acredito assim que as instituições farão um óptimo trabalho e de tudo para ajudar e contribuir com os grupos para que em conjunto seja possível desenvolver um trabalho coerente e correcto que vá de encontro ás expectativas e quem sabe superá-las.
 
 
 
 
Cátia Sousa
 



Domingo, 9 de Outubro de 2011
Relatório inicial sobre expectativas

             Neste último ano de licenciatura, deparamo-nos com uma nova disciplina chamada Projetos de Intervenção Educacional que nos vai possibilitar trabalhar em grupo com um tema a desenvolver nas áreas da TIC.

            Esta nova área curricular vai nos permitir lidar pessoalmente com diferentes instituições, desde agrupamentos a creches, com a finalidade de vermos a realidade dentro de cada uma delas, pois cada uma age de forma diferente e segundo certas normas, e assim quando formos estagiar ou simplesmente trabalhar para este mundo no qual escolhemos não vamos estranhar nem deparar com algo que imaginávamos que fosse de outra forma, assim simplesmente vamos lidar com uma realidade dos dias de hoje que mal conhecíamos.
Nestas últimas semanas tivemos seminários no qual nos foi apresentado diferentes assuntos desde a “Gestão e Organização de Contextos Educativos” a do “Conceito de Currículo ao Conceito de Desenvolvimento Curricular”, dois temas bastante diferentes, mas que nos foi demonstrado a sua importância e funcionalidade no meio educativo.
            Com esta área curricular espero que através das observações adquira novas competências, apesar que tenho medo de não conseguir atingir as espectativas esperadas pelos professores, em termos dos relatórios e ao longo desta disciplina, pois vai ser muita informação transmitida em cada instituição na qual nos vamos deslocar, e na construção do relatório pode vir a faltar informação importante e que seja fundamental para o desenvolvimento do nosso projeto ao longo do ano.
            Em termo das instituições, para mim a mais interessante e que me desperta mais interesse sinceramente é a CASCI, pois apresenta várias faixas etárias, diferentes tipos de pessoas e crianças, e deve de conter uma forma diferente de lidar com cada pessoa ou criança. Em relação a está instituição tenho a dúvida se existe diferentes normas consoante várias faixas etárias? Como é possível conseguir lidar com as pessoas idosas ou com deficiência? Como fazem-no? Como planeiam as tarefas ou atividades para desenvolver com estes? Acho isto uma tarefa difícil, mas lá no fundo interessante, pois com uma grande diversidade de pessoas ou crianças, normais ou não, e com diferentes idades, iremos sempre aprendendo com elas e aperfeiçoando a nossa maneira de pensar, agir e de ver o mundo. Contudo, acho que é muito difícil as instituições seguirem as suas normas, simplesmente podem tentar adapta-las consoante as pessoas que a frequentam.
            Com estas observações vou poder ver como o professor é capaz de lidar em contexto formal ou informal, mudar ou adaptar o seu programa ou regras de sala de aula ou da própria escola a certos alunos que necessitam. Será que é fácil lidar com diferentes alunos numa sala? Como sabem se o que mudaram vai proporcionar ou ajudar aquele aluno na compreensão da tarefa ou matéria? Muitas vezes o castigo será a melhor solução? Ou será preferível dar-lhes um reforço positivo de um negativo? E os trabalhos desenvolvidos de forma individual ou de grupo ajudam no seu desenvolvimento? Questiono-me a mim mesma nesta tarefa de professor ou educador, sei que não é um papel fácil, mas são eles que nos dias de hoje são a segunda “família” de cada criança, e com vão ser fundamentais no seu desenvolvimento.
            Por fim, espero ser bem recebida nas instituições e que me tirem as dúvidas que surgem em cada instituição, e espero tirar o melhor partido destas observações pois vão ser fundamental no meu futuro.


 

 
 


 

Bárbara Pinto



Reflexão individual das expectativas iniciais

             Nesta primeira observação espero visionar os comportamentos das crianças, ou seja, as suas acções e reacções perante determinadas situações, inclusive o que lhes poderá despertar mais interesse.

Essencialmente será interessante observar as realidades de cada uma delas e como se adaptam as actividades que lhes são propostas.
Em relação às educadoras pretendo estar atenta à forma como estas se relacionam com as crianças. Nomeadamente a recepção que fazem a estas, os trabalhos que estão a desenvolver com elas.
          As possíveis competências que podemos vir a desenvolver com as crianças, terão de despertar nestas o interesse pelo mundo que as rodeia, pela sua capacidade de observação e concentração que possam ter pelos temas/ trabalhos desenvolvidos e executados.
         Esta observação pode ser efectuada num dos ângulos da sala de forma discreta, onde não se perturbe o trabalho das educadoras e a concentração das crianças.
        Pretendo assim obter o máximo de informação sobre a forma como os educadores se relacionam com as crianças e lhes solicitam a prática de diversas actividades, como também a reacção das crianças às mesmas. 
        É importante perceber como se organiza a gestão de um agrupamento, ou seja, como está predisposta a escola em termos de conselho directivo, em termos das aulas dos professores, carga horária, materiais necessários para as diversas actividades a executar com as crianças, enfim todo um conjunto de meios precisos para atingir um fim.
       Será importante estar atenta ao comportamento que o professor terá de ter desde a recepção às crianças, ao trabalho que vai desenvolver com estas e como as finaliza. Como este se vai inserir nos vários contextos, desde a forma como explica e tenta obter a atenção das crianças para determinada actividade que poderá vir a realizar, tendo desta forma uma atitude mais formal; Por outro lado como se interage com eles nas actividades que propôs, mostrando o seu lado mais informal.
       A expectativa que tenho em relação á recepção por parte da entidade são as melhores, espero uma boa recepção para desta forma poder tirar o máximo de partido das oportunidades dadas.
     Quero perceber como é que os educadores põem em prática o plano educativo que lhes é apresentado para aplicarem nas suas aulas e nas actividades que realizam com as crianças, ficando desta forma mais esclarecida como decorre o trabalho de um ano lectivo.
     Por fim e não menos importante, acho que os Seminários foram muito enriquecedores para a execução deste trabalho como também para o meu desenvolvimento pessoal.


 

 


 

Gisela Silva




Sábado, 8 de Outubro de 2011
Projecto de Intervenção Educacional - Reflexão inicial

             Projecto de Intervenção Educacional é uma Unidade Curricular nova e para ser sincera não sei muito bem o que me espera. Isto, talvez, aconteça pelo simples facto de nunca ter estado perante uma observação tão intensa e complexa. Como se vai desenvolver esta Unidade Curricular em termos teóricos e práticos é um pouco incógnito. Tenho algum receio, porque vou estar próxima do que realmente quero para o meu futuro. Mas se verifico que muitos dos aspectos com que me deparo não são os que idealizei? Este talvez seja o meu maior temor, uma vez que Educação Básica sempre foi o meu grande objectivo.

A mente trabalha. Imagina como as coisas podem ou não correr nas várias organizações que existem. As questões e as dúvidas são imensas.
            Nós sabemos que para além da coordenadora desta Unidade Curricular, Isabel Huet, teremos outro(a) coordenador(a) em cada instituição. Já ouvimos diferentes versões sobre a recepção e o relacionamento coordenador(a)/observador. Sem dúvida, a que me preocupou mais foi o ‘não muito bom’ acolhimento e o ‘menos bom’ relacionamento entre estas duas entidades. Mas questiono-me com o porquê disto ter acontecido, se estes(as) coordenadores(as), supostamente, são voluntários. Deveriam fazer este trabalho com bom grado, uma vez que são um dos pilares para o sucesso tanto a nível da Unidade Curricular como a nível de enriquecimento do nosso conhecimento e vivência com o mundo real.
            Todos nós já passamos por escolas primárias, ou até mesmo creches e/ou pré-escolas, sejam elas públicas ou privadas. Nunca esquecendo as IPSS. Para o nosso grupo de trabalho (número 12) o ensino privado não interfere nas pesquisas, visto que das três organizações que vamos observar nenhuma tem esse estatuto. No entanto, umas das grandes questões que me ocorre é quais podem ser as diferenças, quer em termos de gestão, quer em termos de desenvolvimento curricular, entre as instituições públicas e as IPSS, sabendo que estas últimas não são de carácter público nem privado, mas sim associações de ensino formal e não formal, que tem como verbas as ajudas comunitárias, principalmente das paróquias associadas. A associação que vamos observar é bastante complexas devido à sua heterogeneidade, leccionam da pré-escola ao primeiro ciclo e o ensino especial e o lar de idosos também se inclui. Por isso até mesmo dentro deste tipo de associações a gestão e organização devem ser diferentes para os diferentes sectores. Como funciona essa gestão e organização em que a participação é de democracia directa e representativa?
            As organizações têm finalidades e o Projecto Educativo é a prova disso mesmo. É o documento principal de uma organização, onde está referido o que pretende, quais os seus objectivos, princípios, valores, metas e estratégias pata o sucesso. Já o Regulamento Interno é um documento que dá a conhecer todos os direitos e deveres de todo o pessoal que constitui a instituição. E esses documentos são de carácter obrigatório? Todos os elementos da instituição têm acesso a eles? Os docentes conhecem bem o regulamento? E como é que estas informações são dadas às crianças? Sim, porque eles têm esse direito e mesmo o dever de se comportar da devida forma. As decisões das organizações são cumpridas? A escola está preparada para qualquer situação? O equipamento escolar está em bom estado e em quantidades suficientes? O Estado interessa se de igual forma por todas as organizações?
            Educar não é fácil, até se torna um processo bastante complexo, visto que a nossa sociedade à medida que o tempo passa vai-se tornando cada vez mais problemática. E o(a) educador(a)/professor(a) passa a ter um papel bastante diferente do que tinha à uns anos atrás. E como reage o(a) educador(a)/professor(a) ao facto das famílias transferirem para a escola muitas responsabilidades educativas que tradicionalmente não lhes pertenciam?
            Assim sendo a relação professor(a)/aluno(a) é muito importante para saber lidar com essas crianças de forma a ajudá-las a crescer, mas para isso acontecer os encarregados de educação tem de ser assíduos e ter uma boa relação com os professores(as) ou até mesmo educadores(as). Isso é fácil de concretizar? Os pais por vezes não prejudicam a evolução de uma criança? Como é que um docente consegue dar a volta e fazer com que a criança supere todos os problemas que passa, desde a ausência paternal até à falta de condições para viver, por exemplo?
            Em relação aos docentes, estes tem acesso a projectos de formação? Como é que lida com os vários tipos de personalidades? Como reagem com alguém que por ‘natureza’ já é um líder, que consegue persuadir os outros, tendo a perfeita noção do poder que exercem para que os outros o obedeçam? Ou outro exemplo, um que seja arrivista, ou preguiçoso, ou até mesmo conflituoso? Como se pode lidar com estes diferentes tipos de personalidades?
            Em contexto de aula como é que o docente desempenha o seu papel? E o seu comportamento é adequado aos vários contextos educativos quer formal quer informal? Como é que na prática o docente desenvolve o Plano Educativo? Outra dúvida que tenho é em relação aos trabalhos de grupo. Inicialmente, quando as crianças começam a trabalhar em grupo, tendo já a noção de que esta actividade não é nenhuma brincadeira, mas sim um projecto de forma participativa, em que o grupo decide, planifica e organiza em comum, atendendo aos interesses e capacidades de cada um, como reagem às diferentes opiniões, ás discussões? E qual é o papel do docente, como reage? Sendo assim, um professor tem de entender que não são só os alunos que se devem moldar a ele, mas o contrário também é necessário. Com se sabe ‘todos diferentes, todos iguais’, somos todos seres humanos, mas as características pessoais e sociais dos alunos são diferentes, fazendo com que cheguem à escola com experiências e conhecimentos também diferentes e isso tem de influenciar as decisões do professor quanto à prioridade e á importância que vai atribuir a cada uma das aprendizagens.
            Com tantas perguntas, consegue-se perceber que o quotidiano de um docente não é deveras facilitado, nem mesmo de uma organização. E a sociedade tem de perceber que um(a) educador(a)/professor(a) é antes de tudo uma pessoa com sentimentos, valores, preocupações e emoções. E espero que nas instituições isso se observe, é um óptimo caminho para o sucesso, visto que a maneira como se ensina está ligada à vida e à forma como se pensa e age, influenciando sempre na qualidade das aprendizagens que são proporcionadas aos alunos.


 

 


 

                                                                                              Inês Luciana Gomes Alves


 

 

 




Expectativas para as observações

 

Na unidade curricular de Projetos de Intervenção Educacional na parte pratica teremos de fazer algumas observações a três instituições, sendo que as que nos foram atribuídas foram o Agrupamento escolas de Aveiro, CIAQ e o CASCI. Deste modo foi-nos proposto apresentar as nossas expectativas em relação à ida às instituições.
As minhas expectativas em relação às instituições são positivas contudo, tenho algum receio da forma como vamos fazer a nossa observação e o que nos vai ser mostrado, visto que, nunca fiz nenhum trabalho semelhante. Receio não estar preparada para receber tanta informação em apenas duas sessões em cada instituição, se vou conseguir responder às próprias expectativas da pessoa responsável por nós em cada instituição e se vou conseguir fazer as questões necessárias e prudentes de forma a ser esclarecida e enriquecer o relatório final. Tenho noção que nas duas sessões apenas ficará muita coisa por dizer e observar por esse mesmo motivo tenho medo também que o relatório final não fique o que espero faltando até sequer informação precisa e imprescindível.
Com esta oportunidade vou poder estar em contacto com diferentes contextos educativos esperando retirar disso algumas competências necessárias que num futuro próximo possa por em prática. E esta sim é a parte que me suscita mais interesse nas observações.
Anseio saber como trabalham as instituições e se as regras e forma de funcionamento variam de instituição para instituição. Tenho algumas expectativas acerca dos projetos educativos que possam estar em prática; saber quais são, como funcionam, se já estão em prática e qual foi a adesão do público-alvo do projeto em questão. Acerca do plano educativo gostaria de saber como este funciona, se seguem todas as premissas ao pormenor ou se fazem alterações consoante as dificuldades que vão encontrando mediante os alunos diferentes que vão encontrando, uma vez que neste momento vivemos numa sociedade heterogénea e a escola não foge à regra. Aparte do plano educativo e sendo uma escola heterogénea gostaria de saber se as instituições respondem a todos os problemas e se dá atenção ao público-alvo e principalmente aqueles que têm mais dificuldades sejam essas por velhice ou deficiência.
Nesse caso terei também interesse em ver qual será o comportamento dos próprios professores contextos educativos. Será que diferenciam o contexto formal do informal? Se sim quais são as diferenças. Hoje em dia as crianças passam a maioria do seu tempo na escola, infantário e deste modo os professores passam também a ter o papel de educador e pergunto eu, será que os professores desempenham esse papel? Ou pelo contrário não se interessam querendo apenas saber de dar as suas aulas?
A forma de gestão das instituições também é um aspecto que me sugere interesse. Neste capitulo suscita-me interesse principalmente o CASCI uma vez que tem a seu cargo uma população bastante diferente nomeadamente crianças, deficientes e idosos, de várias idades. Como fazem para conseguir atividades que atinjam todas as partes ficando todos eles satisfeitos ou se por outro lado dividem a instituição em partes mediante o publico alvo que têm.
Por fim espero que todas as instituições nos recebam bem e com um sorriso nos rosto e que nos possam responder e atender a todas as nossas questões e dúvidas já que vão ser muitas.
 


 

 Márcia Santos

 




Quarta-feira, 5 de Outubro de 2011
Preparação para a primeira observação

Olá, boa tarde

Falta anexar os restantes elementos do grupo neste blog. Sentiram dificuldades?

Cumprimentos,

Isabel Huet

 




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